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Mais que criar fachadas atraentes, ambientes aconchegantes
ou vitrines sedutoras, uma obra comercial também
precisa ajudar no processo de venda de produtos
e serviços ao cliente. Um levantamento feito pela
empresa americana Point of Purchase Advertising
International (Popai) e apresentado durante evento
em São Paulo, mostra que apenas 19% das pessoas
planejam suas compras. A grande maioria, 81%,
portanto, realiza uma compra muito mais emocional
que racional. É exatamente neste ponto que a aplicação
correta da arquitetura ao ponto de venda, agregada
a uma equipe bem treinada, acaba por seduzir e
convencer o cliente a comprar. Criação dos móveis,
cores, pisos, tudo para garantir uma nova sensação
nos clientes. Na padaria Pão & Baguete, estas
mudanças foram fundamentais para transformar o
ambiente e atrair novos consumidores. O empresário
Lúcio Rodrigues da Rosa diz que a orientação da
arquiteta Flávia Bonadio foi fundamental já que
“a gente não seria capaz de fazer estas mudanças”.
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“O projeto deixou o espaço mais amplo, fazendo
com que o atendimento às minhas clientes ficasse
ainda melhor.”
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A empresária Ana Lúcia Marineli, da Art House,
foi mais fundo. Além de mudar as cores, o projeto
dos arquitetos Susi e Marcelo Campos criou uma
fachada atraente transformando completamente a
casa antiga onde instalou a loja de roupas de
cama, mesa, banho e lingeries. “O projeto deixou
o espaço mais amplo fazendo com que o atendimento
às minhas clientes ficasse ainda melhor”, finaliza
ela.
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Na área de prestação de serviços um
projeto bem feito pode colaborar até
mesmo com a saúde dos pacientes. A
experiência da médica ginecologista
Lúcia Buchala Baganelli prova isso.
O projeto de reforma da clínica feito
pela arquiteta Daniela Abudi, mudou
cores, transformou espaços e mexeu
na iluminação. O resultado ficou tão
bom que, segundo a médica, os pacientes
nem vêem o tempo passar enquanto aguardam
as consultas.
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Quem
nunca se pegou rabiscando a planta
da casa própria ou perdeu-se em
pensamentos com a reforma dos sonhos?
Empreendedor por natureza, o brasileiro
quer fazer de tudo...e tudo, sozinho,
sem a ajuda de profissionais para
elaborar o projeto e planejar a
obra. O final da história, muita
gente já viveu. A construção demora
mais que o previsto, o orçamento
estoura, a gente quase “enlouquece”
e o resultado final...bem, não fica
aquela casa especial, de provocar
a admiração dos vizinhos.
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Projetar antes e construir depois
fica mais barato
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Aos poucos o cenário da arquitetura
começa a mudar. Cientes de que é mais
fácil e barato apagar um traço no
projeto do que derrubar uma parede
na obra, as pessoas estão procurando,
cada vez mais, o trabalho de um arquiteto.
Além disso, descobre-se que o trabalho
deste profissional é muito mais acessível
do que se imaginava. E eles fazem
a diferença no projeto da casa própria
ou em obras comerciais. Eliane Pedreti
é um exemplo. A casa onde mora com
o marido e duas filhas era grande
e antiga, cheia de divisões para sala
de estar, jantar, copa, corredores
e dezenas de paredes. Para deixar
a casa mais arejada e moderna o arquiteto
Ricardo Zammarian derrubou paredes
e reconstruiu espaços deixando boa
parte dos ambientes com vista para
a agradável área de lazer. “Não esperava
um resultado final tão bom”, disse
ela.
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Ao construir
a residência da família o empresário
José Fernando Leonardi contratou os
arquitetos Kedson Barbero e Fabio
Shiota. O projeto deles imprimiu um
design diferenciado à obra deixando
os ambientes bem funcionais. “O custo
representou cerca de 3% do valor total
da obra, e o resultado final foi tão
bom que, de agora em diante, obra,
só com projeto de arquiteto”, finaliza
o empresário. Para o empresário João
Oscar Bragato, o custo/benefício da
contratação de um profissional é muito
compensador. Na construção da residência,
o investimento não ultrapassou o valor
de 2% do total da obra. “Nossa residência
ganhou amplitude, iluminação adequada,
ventilação e um clima tão agradável
que ficar por lá é muito bom”, elogia
ele. O empresário ficou tão animado
com o projeto executado em sua residência
que contratou novamente os arquitetos
André Fonseca e Luciana Ogawa para
projetar o novo prédio da empresa,
uma distribuidora de alimentos.
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